Você orça antes de saber o que a cidade exige
O custo do plano de resíduos entra na planilha meses antes de alguém abrir a lei municipal. Quando a exigência real aparece, o preço já foi fechado com o cliente.
Gestão de Resíduos da Construção Civil
O plano de resíduos que a prefeitura exige, montado com um assistente que fala a língua do canteiro: R$ 350 por obra, com assinatura do responsável técnico e 5 anos de arquivamento incluídos. E, se quiser, a obra inteira acompanhada no automático — do primeiro caminhão ao dossiê que cala a fiscalização.
O problema
Quem precisa do plano, a partir de que porte, com qual documento e sob qual multa: quem decide é o seu município — e a fiscalização já cobra. Planejar sem essa resposta não é estimar. É apostar o cronograma.
O custo do plano de resíduos entra na planilha meses antes de alguém abrir a lei municipal. Quando a exigência real aparece, o preço já foi fechado com o cliente.
Por lei, quem gera responde pelo resíduo até a destinação final comprovada. Se o caçambeiro despejar errado, a multa chega no seu CNPJ — e sem comprovante, a defesa é a sua palavra.
Balcão do licenciamento, vistoria, fiscalização, habite-se travado. É onde a regra que você não conhecia aparece — e é exatamente onde resolver custa mais caro.
Como funciona
Você entra sabendo onde é a obra e sai com o PGRCC emitido, assinado e — se quiser — acompanhado até o fim, com a prova pronta para quem pedir.
Diga onde é a obra e responda ao assistente em linguagem de canteiro. A regra da sua cidade incide sozinha, e você testa cenários à vontade antes de fechar o plano.
O motor de validação segura qualquer pendência, o responsável técnico aprova e o PGRCC sai assinado, imutável e com 5 anos de arquivamento incluídos. Duas revisões assinadas já fazem parte.
Com o Monitoramento ativo, o realizado se compara ao planejado no automático, os comprovantes de destinação ficam no cofre e o Dossiê de conformidade sai em um botão.
IA como assistente
Ninguém abre um plano de resíduos sabendo o que preencher — e é aí que a obra trava. Aqui você só responde sobre o que já conhece de cor. Enquanto responde, o plano vai se montando. A IA assiste; quem decide e assina é gente.
Você fala da sua obra em linguagem de canteiro: o que vai construir, o que vai demolir, quanto. Qual norma incide, em que classe o resíduo cai e qual documento é exigido — o assistente resolve.
Onde a norma é dura, ela vence qualquer sugestão — amianto não vira risco baixo porque um modelo achou que sim. E nada entra no plano sem a sua confirmação.
O que o assistente deduz fica marcado como sugestão até você dizer que virou dado. Quem aprova e assina é o responsável técnico — sempre.
Todo número mostra de onde veio: o dado que você deu, a regra que incidiu, a norma com artigo e trecho. Você defende o plano com a fonte na mão.
Simulação
Regra nova, resíduo que apareceu na demolição, destino que fechou as portas: veja o estrago — ou o alívio — antes de valer. Simulação não publica nada e não encosta no plano que já está em vigor.
Rode a mudança e veja na hora o que passa a ser exigido, o que deixa de ser e o que vira prioridade — sem encostar no plano que já está valendo.
O risco antes e depois das medidas de controle, lado a lado. Dá para mostrar ao cliente, em número, o que cada investimento comprou.
Cada volume estimado carrega o método e a conta que o produziram. Na hora da cobrança, você mostra como chegou lá em vez de defender um chute.
Duas versões do plano lado a lado, com o resumo do que mudou entre elas e por quê.
Monitoramento da obra
Emitir o PGRCC resolve o licenciamento. O que protege o seu CNPJ até o habite-se é o que vem depois: registrar o que saiu, comparar com o que foi prometido e guardar a prova de onde cada caçamba terminou. O Monitoramento faz isso no automático, enquanto a obra anda.
Cada registro de saída de resíduo atualiza o comparativo com o que o PGRCC previu. Desvio aparece antes de virar problema — com alerta quando passa de 80% do planejado.
O comprovante de destinação final de cada remessa fica arquivado, ligado à carga que o originou. Destinador atrasou? A cobrança sai sozinha — você nem abre e-mail.
Fiscal na obra ou habite-se na mesa: você emite o pacote completo — plano assinado, registros, comprovantes, pendências declaradas — em minutos, com código de verificação.
E o MTR? Onde o sistema oficial do estado permite integração, o manifesto de cada remessa sai da própria plataforma, sem redigitação no portal — mais um registro que entra no comparativo e no dossiê sozinho.
Planos e preços
Sem “solicite uma proposta” para saber o básico. Uma consultoria avulsa cobra muito mais por um PGRCC que nasce desatualizado — e uma única multa por resíduo irregular passa longe disso tudo.
R$ 350 · pagamento único, por obra
Sem mensalidade obrigatória. Pagou, emitiu, está guardado.
Add-on
R$ 79,90 · por mês, enquanto durar a obra
Add-on opcional sobre o PGRCC emitido. Termina a obra, termina a cobrança.
Onde a IA para
Quem responde pela obra é você e o seu responsável técnico — e nenhum modelo assume esse lugar. Não é ressalva de rodapé, é como a plataforma foi desenhada:
Para a sua equipe
O PGRCC é assinado por profissional habilitado, e é o registro dele que está em jogo. Por isso a plataforma separa os papéis: cada pessoa entra com o que pode fazer — e não com um pouco mais que isso.
Responde o assistente, anexa documento e corrige pendência apontada. Não emite, não aprova e não apaga — nem por engano, nem por pressa.
O responsável técnico revisa, devolve com a pendência apontada e é o único que libera a emissão. A assinatura é dele, e ninguém assina no lugar dele.
Cria obras, convida a equipe e define quem tem qual papel em qual obra. O papel desce por herança — vale na organização, na unidade ou só naquela obra.
Acesso somente leitura, com a trilha do que mudou, quando e por quem. Serve para consultoria, cliente exigente e conferência interna.
O Plano de Gerenciamento de Resíduos da Construção Civil é o instrumento técnico que define como os resíduos de uma obra serão prevenidos, reduzidos, identificados, segregados, acondicionados, transportados, reutilizados, reciclados, tratados e destinados.
| Classe | Caracterização | Exemplos |
|---|---|---|
| A | Reutilizáveis ou recicláveis como agregados | solo, concreto, argamassa, tijolos, blocos, cerâmicas, telhas |
| B | Recicláveis para outras destinações | papel, plástico, metal, vidro, madeira, gesso, embalagens |
| C | Sem tecnologia ou aplicação economicamente viável de reciclagem | destinação justificada e encaminhada a local autorizado |
| D | Perigosos ou contaminados | tintas, solventes, óleos, estopas contaminadas, solo contaminado, amianto |
Acompanhamos as fontes oficiais de cada município — diário oficial, portal da prefeitura, órgão ambiental — e viramos o que muda em regra que você lê em segundos, com a data da última verificação à vista. Digite o nome da sua cidade e veja o que já está mapeado. Sem cadastro, sem cartão.
R$ 350 e o PGRCC sai simulado, emitido e guardado por 5 anos. Por R$ 79,90/mês, a obra inteira acompanhada e a prova pronta para qualquer fiscal. Fale com a gente e comece pela regra da sua cidade.
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